A Dona Filó e o Beija-Flor de Gravata Verde foram às escolas contar sua triste história: A Última Filó, uma história de dar dó, de Ricardo Moebus -  que mostra de forma simples como as ações dos homens  podem levar os animais  à EXTINÇÃO.
As crianças aprenderam a importância da Estação Ecológica de Fechos bem como de todas as áreas verdes e produtoras de água da região. As crianças fecharam um acordo com a Dona Filó de cuidar, amar e proteger nosso grande quintal.

 

Em conjunto com o aeródromo de uso privado e público também seriam instalados outros empreendimentos de apoio como centros comerciais e loteamento de residências unifamiliares. Moradores estão preocupados já que a área é considerada sensível para licenciamento ambiental, com várias nascentes que fornecem água para BH. Veja outras notícias neste jornal.

 

Veja matéria sobre preservação das águas com destaque para a Estação Ecológica de Fechos.   

Em entrevista concedida à Revista Época (Blog do Planeta), a Procuradora de Justiça, Lídia Helena Ferreira da Costa dos Passos, coordenadora do Centro de Apoio Operacional Cível e de Tutela Coletiva do Ministério Público do Estado de São Paulo, faz críticas ao novo Código Florestal. Segundo ela, o novo Código abre brechas para devastação e anistia quem burlou a lei no passado. Lídia coordena o Projeto Florestar, uma iniciativa do MPSP para padronizar a atuação dos promotores do estado. Ela respondeu as perguntas de Época sobre o Código.

Época: Como a senhora vê o novo Código Florestal? Seria mais claro e menos ambíguo do que as leis e decretos federais anteriores?

Lídia Passos: Eu não chamaria assim a nova lei florestal. A lei produzida – ao longo de um desgastante e excepcionalmente conturbado processo legislativo – não constitui propriamente um “código florestal”. O conceito de “código florestal” remeteria a um conjunto sistemático de disposições legais relativas à proteção das florestas e da (riquíssima) biodiversidade no Brasil…e a ideia de “novo”, nesse caso, apontaria para uma esperada evolução em relação à lei anterior (de 1965). Esse conceito normativo que envolve método científico, transparência de interesses e consistência sistêmica de forma alguma se aplica ao arranjo de disposições legais que os legisladores afinal entregaram ao país. Podemos tranquilamente reconhecer que a lei 12.651/12 (chamada de novo Código Florestal) nos remete mais à ideia de um “arranjo normativo” do que a um autêntico código florestal, conforme inicialmente se esperava. Daí a frustração e a polêmica que caracterizam os debates sobre a legitimidade da nova lei, que já nasceu velha. Representou, sem dúvida, retrocesso.

A Prefeitura de Belo Horizonte trabalha para viabilizar a venda de 414 terrenos limítrofes à EE de Fechos. Se aprovado, o Projeto de Lei 1304/2014 será responsável pelo fim desta área de preservação, abrigo de espécies ameaçadas de extinção e fonte de abastecimento de água para cerca de 200 mil pessoas na região Sul de BH.


Vereadores querem barrar venda de lotes no bairro Jardim Canadá

Fernando Dutra - Hoje em Dia


jhojeemdia031214A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) apresentou substitutivo ao Projeto de Lei 1304/2014, que desafeta 414 lotes no bairro Jardim Canadá, na divisa com Nova Lima, atestando que os recursos obtidos com a venda dos terrenos sejam destinados exclusivamente para habitação popular. Os terrenos da prefeitura são limítrofes ao Parque Ecológico de Fechos, responsável pelo abastecimento de água para a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e de mais de 300 mil moradores da região sul da capital.

Gandarela

Texto escrito por José de Souza Castro:


Faltando 52 dias para encerrar meu contrato com outro jornal mineiro, para redigir seus editoriais, publiquei ali, no dia 27 de abril deste ano, um texto intitulado “Pensando grande em Rio Acima”. Elogiava o prefeito Antônio César Pires de Miranda Junior, do PR, pelo tombamento municipal do Conjunto Histórico, Arquitetônico, Natural, Arqueológico e Paisagístico do Gandarela. Escrevi: